terça-feira, 15 de setembro de 2009

É o que é! Culpa e quem?

O povo Brasileiro é ignorante. Acreditam em qualquer coisa que digam na televisão, sempre falam em forma parábolas. Esse é o grande método populista de propaganda um ou outro partido. Alguns outros, Phds, doutores, pós-graduados, graduados, somam uma minoria que não ultrapassa 2% da população brasileira.

1º FINLÂNDIA
PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO - 82%
MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO - 12,4
2º ALEMANHA
PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO - 72%
MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO - 13,4
3º CORÉIA
PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO - 65%
MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO - 11,7
4º SUÍÇA
PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO - 65%
MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO - 11,5
5º ESTADOS UNIDOS
PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO - 60%
MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO - 12,7

Se o Molusco ou Viajando Cardoso tivessem investido na educação nos anos de governo, as famílias poderiam entender que educação parte de casa e entendimento e respeito devem ser mantidos durante anos na escola.

34º BRASIL
PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO - 9%
MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO - 6,1%

Chega de mentiras, pais, responsabilizem-se pela educação e respeito de seus filhos antes de cobrar dos professores! Sei que vocês não tem caopacidade de votar, pois a maioria deixa-se levar por bolsa esmola, achando que essa acomodação traz algum benefício.
Lhes digo, seus filhos serão tão ignorantes quanto vocês, tão pé rapados como vocês e tão rejeitados como vocês.
ACORDEM!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

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Estamos aqui por estar e a cada dia meu sentimento de liberdade se torna maior. Quem me dera ter nascido e criado numa família sem religião.

Nada de ficar seguindo deuses que homens esquizofrênicos inventaram.

Devemos viver e aproveitar cada segundo praticando o bem e desejando o bem até àqueles que nos desejam mal ou não nos veêm com os mesmos olhos!

Aprendi que o mundo é mais fácdil de lidar quando a racionalidade sobressai a seguir algo que não existe e nunca vai existir.
Nos tornamos "deuses" quando traçamos uma vida de boas lembranças perante a toda forma de vida no mundo em que vivemos.

Pra que se preocupar se há outros mundos sabendo que não nos desenvolvemos para lidar com nossas questões culturais e mentais.

Somos pobres de mente!

Enquanto não aprendermos a lidar com nossos sentimentos e praticar aquilo que desejamos para nós, o mundo se afundará em guerras.
Surgirão cada vez mais religiões, visto que os homens oportunistas enxergam que muitos seres humanos estão vivendo em busca de um deus que os conforte.

Céu ou inferno nada mais são do que a forma a qual tocamos nossas vidas! Busque conforto melhorando algo em você e consecutivamente no próximo que necessita de equilibrio mental.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

As drogas sempre vencem!

As drogas ganharam a guerra. E daí?

"The Observer", que vem a ser a edição dominical do "Guardian", publicou belo editorial sobre as drogas. Suas duas primeiras frases bastam para definir todo o espírito da coisa: "Em junho de 1971, o presidente norte-americano Richard Nixon declarou uma guerra às drogas. As drogas ganharam".

É significativo que idêntico espírito tome a edição julho/agosto da revista "Nueva Sociedad", editada pela Fundação Friedrich Ebbert, da social-democracia alemã, e dedicada essencialmente a temas latino-americanos (www.nuso.org).

O tema central é "Drogas na América Latina - Depois da guerra perdida, o que [fazer]"?

Que a guerra foi perdida parece evidente. A tese é reforçada, no "Observer", em artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que basicamente reproduz a argumentação da comissão que ele integra ao lado de dois outros ex-presidentes (o colombiano César Gavíria e o mexicano Ernesto Zedillo).

Assim: "Depois de décadas de sobre-vôos, interdições e ataques às fábricas de drogas na selva, a América Latina permanece o maior exportador mundial de cocaína e maconha. Está produzindo mais e mais ópio e heroína. Está desenvolvendo a capacidade de produzir drogas sintéticas em massa".

Fica claro pois que o enfoque militar/policial não produz resultados significativos - ou, pior, só tornou mais grave o problema.

Para complicar as coisas, há o fato de que toda a legislação internacional que buscou fornecer o marco legal para controlar as drogas tem um século de vida (desde a Comissão sobre o Ópio de Xangai, de 1909). O documento mais recente e mais abrangente, a Convenção Única sobre Estupefacientes, já vai fazer meio século (é de 1961).

É natural, nesse cenário, que cresçam as vozes propondo a legalização das drogas, tão audíveis como as que as que insistem no proibicionismo.

É um erro, diz Juan Gabriel Tokatlian, talvez o maior especialista latino-americano no assunto, professor da Universidade argentina de San Andrés.

"Depois de muito tempo creio que é essencial superar em primeiro lugar o debate, estéril e ideológico, entre proibição e legalização".

Reforça, em recente artigo para a Folha de S. Paulo, o dinamarquês Bo Mathiasen, representante para o Brasil e o Cone Sul do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime:

"A aparente contradição entre legalização ou não legalização tende a tirar a discussão do foco realmente fundamental e que, em última análise, revela muito mais convergências do que divergências: a busca por uma abordagem equilibrada entre as ações de prevenção, de tratamento e de repressão ao crime organizado".

Tokatlian é mais específico: "O razoável é colocar a discussão em termos do estabelecimento de regimes regulatórios modulados. Regimes porque devem cobrir o amplo espectro de atividades e fases do fenômeno da droga (desde a demanda até a oferta, além de outros componentes direta e indiretamente ligados ao fenômeno).

Regulatório porque se requer uma forte intervenção dos Estados em geral, para fixar as regras, os procedimentos, os mecanismos e as normas para lidar melhor com essa questão. E modulado porque é preciso desagregar cada droga de acordo com seu prejuízo ou perigo e estabelecer o regime regulatório específico, em vez de genérico como se se tratasse de produtos idênticos".

De fato, há uma desproporção colossal entre usuários de cocaína e de maconha, de acordo com os dados apresentados em "Nueva Sociedad" pela pesquisadora chilena Lucía Dammert: seriam 165 milhões os consumidores de maconha no mundo todo, 10 vezes mais que os 16 milhões que usam cocaína. Vinte e quatro milhões consomem anfetaminas.

Luiz Eduardo Soares, que foi secretário nacional de Segurança, no início do primeiro governo Lula, apresenta outros números, sempre em "Nueva Sociedad", sobre a diferença de riscos para a vida envolvidos na questão das drogas. Informa que, no Rio de Janeiro, morrem por ano menos de 100 pessoas por consumo excessivo de cocaína.

Mas cerca de 65% dos mais de 6 mil crimes letais que ocorrem todos os anos no Estado "têm relação direta ou indireta com o tráfico de drogas". Dá, portanto, 4 mil mortes/ano pela violência associada ao narcotráfico.

Parece evidente, pois, que o ponto principal do debate está voltado para a violência relacionada ao tráfico, por sua vez associada ao proibicionismo, como acreditam os defensores da legalização

"Nosso problema não são as drogas; é o tráfico - e só existe por causa da penalização", acha Luiz Eduardo Soares.

A tese é tentadora, admito. Mas o texto de Lucía Dammert apresenta uma comparação que abalou minha crença nela: no mundo todo, os mortos por uso de drogas são 200 mil. As vítimas do tabaco - legalizado há muito tempo- são cinco milhões ou 25 vezes mais.

Legalizar as drogas, como é legalizado o tabaco (e, de quebra, o álcool), não levaria a uma explosão de consumo?

Se a guerra está perdida, parece longe, no entanto, o desenho de uma estratégia capaz de recuperar a iniciativa e vencê-la.

Não tem preço!

36 aviões de combate Rafale e 50 helicópteros; 20 bilhões de reais.

10 aviões de transporte militar KC-390 da Embraer; no máximo 600 milhões.

Saber quanto Lula cara de banana irá receber pelos contratos; nós pagaremos o preço.

Para essas e outras tantas barbaridades existem os bobos que financiam. O povo trabalhador brasileiro.

sábado, 5 de setembro de 2009

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A ignorância é a raiz de todo sofrimento humano!
Se as pessoas se esforçassem um pouquinho ao menos para melhorar suas vidas.
Mas, é só futebol, novela e balada. Enquanto isso os que são bons se calam e tornam-se cegos em opiniões.
Valem-se de um pequeno grupo e sabem onde podem discutir assuntos de interesse coletivo, aprovetado por poucos.
Ninguém raciocina quanto aos problemas sociais. Pagamos impostos e desgastamos a vida sustentando um sistema que favorece quem valoriza o dinheiro.
Até quando?

Chávez, deveria se tornar parceiro do Kiko e retomar com Didi, ex-Trapalhões‏!

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, qualificou nesta quinta-feira de "estúpida" a realização de uma passeata mundial contra ele, convocada por um grupo de colombianos em vários países para protestar contra a sua política externa.


Não Chávez. Estúpido é o senhor que não passa de um ditador ignorante que trata o povo como "cordeirinho". Se o povo de seu país ameaça fazer protestos contra seu governo ineficiente em causas sociais, provavelmente será pisoteado por seu capangas que mais se assemelham a ogros.
Sua etupidez e ignorância o deixaram cego! Você não passa de escória e sujeira na história recente!
E aceite, a voz do povo é a voz que dita o que se passa em seu governo!

Surge então uma semelhança entre Kiko e Hugo Chávez. Ambos nunca valorizaram o lado humano. Visam interesses próprios.

Acredito que o vendido do Didi, Hugo Chávez e Kiko formariam a nova série dos trapalhões, dessa vez muito mais ácida, atômica e explosiva, se é quer você me entende!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Probable

Probabilidade não era uma disciplina muito popular quando fui para a faculdade. Isto é lamentável, porque compreender probabilidade pode dar o poder para apreciar mais grandiosamente o significado, ou a falta de significado, de muitos eventos do dia a dia.
Uma compreensão precária de probabilidade e estatística, comum em nossa sociedade, leva as pessoas a se surpreenderem mais do que deveriam quando confrontadas com coincidências, por conseguinte um salto fácil em direção a uma explicação metafísica.
Um cara que diz enxergar o futuro, joga quinhentas questões no ar e acerta apenas uma.
O efeito deste acerto é mais devastador do que seus outros erros, dada sua capacidade de enganar os ignorantes.

Digo que a vida na terra foi gerada espontâneamente, é afirmo que este é o jogo 100% correto na escala binária.